Reservar um campo não devia precisar de doze separadores.
Quem joga futsal, padel, ténis ou basquetebol em Portugal conhece a rotina. Três grupos de WhatsApp para juntar gente. Uma app diferente para cada complexo. Um telefonema a confirmar que o slot está mesmo livre. Uma transferência para quem ficou de reservar. A fricção é tanta que muitas vezes o jogo simplesmente não acontece.
O fundador do FieldToPlay chegou à Black Bean™ com uma tese clara: tem de haver um único sítio para encontrar um campo, completar a equipa e pagar a parte. A execução tinha de respeitar a forma como os portugueses se organizam realmente — informal, à última hora, baseada em amigos — sem copiar o software de ligas corporativas pensado para o mercado norte-americano.
O briefing era curto em páginas e longo em pormenor. Vista em tempo real da disponibilidade dos campos, sistema de fichas de jogador para se saber com quem se está a jogar, multi-desporto desde o primeiro dia, mobile-first porque as pessoas reservam do parque de estacionamento, e confiança suficiente para que estranhos entrem num jogo e apareçam mesmo.
